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Posts Tagged ‘humano’

O Brahmacharya, ou celibato, é um processo racional de preservar e conservar uma energia preciosa para que ela possa ser utilizada em outras funções muito essenciais e indispensáveis. E, se ela é preservada dessa forma, ela pode ser convertida, assim como a água densa e tangível é convertida em um vapor tênue e sutil. Então ela pode fazer maravilhas. Um rio pode não ter muito poder sozinho. Você pode ser facilmente capaz de remar ou nadar por ele. Mas, se ele for represado e suas águas conservadas, então ele tem o poder, quando devidamente canalizado, de virar imensas turbinas e produzir eletricidade. O sol quente, mesmo no verão, não causa normalmente fogo, mas se você concentrar seus raios através de uma lente, esses raios irão imediatamente queimar o que quer que seja o foco dos raios. É disso que se trata o celibato.

O prana (energia vital, força de vida) é a reserva preciosa do buscador. Qualquer atividade sensitiva ou experiência sensitiva consome muito prana. E a atividade dos sentidos que consome a maior quantidade de prana é o ato sexual. Gurudev colocou isso muito fortemente: “Ele pertuba/abala o sistema nervoso inteiro”, porque ele cria uma grande excitação, uma grande agitação, e uma intensidade tamanha de sentimentos que, como consequência, deixa a pessoa exausta e exaurida/esgotada. O mais alto de todos os objetivos na vida humana – a realização espiritual – requer o máximo disponível de energia prânica de todos os níveis: mental, intelectual e emocional. É através do prana que a gente tem que refrear nossas sensações. É através do prana que a gente tem que parar a incansável atividade mental. É através do prana que a gente tem que centralizar todos os raios espalhados da mente e fazê-la se concentrar em um único ponto. É através do prana que a gente tem que dirigir a mente concentrada até o objeto da meditação.

Todas essas várias práticas requerem o uso de prana, e o celibato garante que uma abundância de reserva prânica esteja disponível ao buscador.

99% das pessoas estão completamente apegadas a um estado de “eu sou este corpo”. Elas conhece sua identidade apenas como uma entidade física, um ser com mãos e pés e orelhas e olhos, comendo, bebendo, dormindo, falando, fazendo coisas. Então elas estão totalmente ligadas ao corpo. A consciência delas é erguida sobre o nível do corpo físico.

Entre todos esses processos corporais, a maioria se tornou mecânico. A maioria das pessoas não estão intensamente cientes do comer, beber, dormir, usar o banheiro. Todas essas coisas se tornaram automáticas. Mas o único processo que a maioria delas propositalmente se envolve, com um grande desejo dele – querendo-o, pensando nele, planejando-o e indo atrás dele – é o prazer sexual, o que significa que este é um processo que concentra a consciência inteira delas, a mente inteira, a atenção inteira sobre o físico, sua identidade física. De um certo ângulo, o ato sexual é o ápice da ‘fisicalidade’ ou animalidade. É um processo que forçosamente direciona sua atenção inteira ao físico e, mais do que isso, o foco inteiro do seu desejo e intenção sobre aquela parte da sua natureza física que você comparilha em comum com o reino animal inteiro. Isso vai ser de alguma forma útil para atingir a consciência cósmica?

Se você é um buscador espiritual, você não consegue ver que está trabalhando contra si mesmo? Você tem que liberar sua consciência dos níveis mais baixos e continuar elevando-a até níveis progressivamente mais e mais altos de estados mais e mais refinados. Pois, se a totalidade do processo espiritual de iluminação e esclarecimento é um processo de erguer-se a um estado mais alto de consciência, ele automaticamente implica em liberar-se de um estado mais baixo de consciência. Se você quer se mover em direção ao norte, isso significa se afastar do sul.

E uma das coisas que ajuda você a se liberar de ser pego neste nível físico é o celibato. A consciência cósmica, absoluta, é um grito distante se você não reconhece a necessidade de se liberar de sua identificação total com o corpo.

Swami Sivananda costumava dizer: “Brahmacharya é a base da imortalidade.”

Uma das yogas onde o celibato é absolutamente essencial e indispensável é a Kundalini Yoga. Desde o começo, é absolutamente essencial e indispensável. Senão, é perigoso se envolver com a kundalini yoga, que é baseada em pranayama e muitos mudras, bandhas e asanas.

O celibato não está fora de moda, não é coisa do passado, e não é repressivo ou negador de vida. Ao contrário, ele é usado como uma prancha para uma vida duradoura, uma vida infinita, eterna. Quem acha o celibato repressor e fora de moda parecer ter uma visão de vida muito estreita e limitada. E essa não é a única vida que existe. Quando você chegar a ter um pequeno vislumbre ou idéia do que a vida real é, então você irá ficar simplesmente deslumbrado. A vida presente tal como é hoje se torna insignificante, sem sentido.

Brahmacharya não se trata de evitar a sexualidade e nem de reprimir a sexualidade. Trata-se de passar por cima da sexualidade para que o potencial e o poder do processo sexual possa agora ser usado para algo tão maravilhoso que o sexo empalidece de insignificância em contraste. Então o brahmacharya não é nem reprimir nem evitar a sexualidade, é apenas desconsiderá-la, fazer uso desse potencial sexual para algo dez vezes ou cem vezes maior.

Se você quer entender a prática do celibato através de uma analogia que esteja dentro das formas pensadas de hoje, considere um atleta cuja ambição maior é ganhar uma medalha de ouro nas Olimpíadas. Ele irá voluntariamente se colocar nas mãos de um treinador e, se o treinador disser “Nada de festanças tarde da noite, nada de sexo, nada de comida que não presta, nada de álcool”, o atleta prontamente concorda. Ele diz: “Concordo com isso e com o que mais você disser também”. Por quê? Porque ele quer a medalha de ouro. E ninguém ergue uma sobrancelha, ninguém fica abismado com isso. Por quê? Porque a medalha de ouro justifica todas essas tão-chamadas ‘inibições’. Você não pode dizer que ele está cometendo uma violência ou se reprimindo, porque ele não está olhando para isso dessa forma. Ele está disposto a fazer qualquer coisa que o treinador exigir dele. Isso não lhe é imposto por outras pessoas. Nós entendemos por que ele está fazendo tal coisa e nós aceitamos isso.

Porém, de alguma forma, a idéia ocidental de que o brahmacharya é uma supressão não é inteiramente fora de questão. Se a gente reprime ou suprime alguma força ou faculdade natural inerente, isso pode trazer mudanças indesejáveis na personalidade. Se o brahmacharya é forçado a um indivíduo contra a inclinação ou vontade dele, condições anormais podem resultar naturalmente disso, porque a pessoa está sendo compelida a fazer algo que, no fundo, ele ou ela não quer fazer – foi compelida pelos outros, por uma restrição social ou por assumir votos que ele ou ela teve que fazer antes de ter considerado bem o que exatamente isso implicava.

Mas, se uma pessoa inteligente, tendo profundamente ponderado sobre a base completa da vida, disser: “Quando eu quero atingir algo grande, algo poderoso, não posso me prestar a esgotar as energias que tenho. Quanto mais eu conservar, mais eu posso divergir para aquele empreendimento e maiores as chances de ter sucesso”. Então, pensando e tendo entendido a racionalidade disso, e plenamente apreciando a realização última onde isso o/a levaria, se ele ou ela voluntariamente, disposto/a e com grande entusiasmo abraçar o celibato, onde ficaria a questão da supressão?

Ao contrário, o que parece ser uma espécie de negação é na verdade dar uma completa auto-expressão a uma dimensão maior do seu ser, dentro da qual você tem agora se colocado. Então, longe de negar uma auto-expressão, trata-se de dar uma expressão plena a si mesmo, porque você não está mais identificado com os aspectos menores de sua personalidade total. Você está identificado com o aspecto mais alto. É uma espécie de uma liberação e evolução a um nível maior. É algo positivo, criativo, e não algo negativo.

Na verdade, a vasta maioria dos seres humanos são animais humanos apenas; estão enraizados somente na consciência do corpo. Então o yogui diz que sua consciência apenas se movimenta nos três centros mais baixos, que é comida, sexo e eliminação inferior. Se algum despertar superior acontece e eles desenvolvem compaixão pelos outros, espírito de serviço, desejo de tornar os outros felizes, então a consciência ocasionalmente se manifesta no quarto centro, o dos sentimentos. Se a consciência persiste em uma tendência ao mais alto, de evolução epiritual e vida ideal, ela chega ao visuddha-chakra, onde podemos ter muitas experiências subjetivas, visões etc, mas ainda assim as experiências vêm e vão e a consciência se move para cima e para baixo, para cima e para baixo. Se a consciência se ergue mais além, até o ajna-chakra, nós tendemos a ficar mais e mais estáveis, estabelecidos, porque esse é o centro da mente, a psique. Mas é apenas quando a consciência chega ao sahasrara que não há mais chance de descida. Nós ficamos acima da consciência corporal. Nós não pensamos ou sentimos ou concebemos a nós próprios como uma entidade física mais. Não há como se mover para baixo. A consciência está firmemente estabelecida. Mas até então, há sempre uma necessidade de ser vigilante.

Se você quiser colocar isso numa terminologia devocional, há uma pequena composição interessante de Swami Yogananda. É algo assim: “Eu sou a bolha, tu és o mar. Deixa-me parar de ser a bolha, torna-me o mar”. E assim o devoto reza ao Deus: “Eu sou tua criança, o que tu és eu sou. Se és divino, sou divino. Se não tens corpo, não tenho corpo. Sou puro espírito, todo pervasivo, como tu. Leva-me paro alto, para o teu estado de consciência”.

[ trechos de ‘The Role of Celibacy in the Spiritual Life’, por Swami Chidananda, em pdf, traduzido por mim ]

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10 de espadas

Sei que você conhece pelo menos um. Sei que você provavelmente já foi um em algum momento, embora possa ser embaraçoso admitir. Ao menos uma e provavelmente muitas vezes mais você transformou um montículo em uma proverbial montanha. Seu(ua) rei(rainha) do drama! Tudo bem, sério. Eu tenho um lado que se inclina ao dramático. OK, talvez mais de um lado. Um flanco inteiro de meu ser talvez. Tanto que uma amiga minha, que também aprecia a quantia justa de drama borrifada por sua vida, irá me dizer “Oh! Meu! Deus! Você está sendo tão dramática!” Ao menos reconhecemos isso em nós mesmos e podemos rir disso quando cultivamos o bom humor. Esse fato nos torna decididamente não rainhas do drama. A verdadeira Rainha/Rei do Drama (“drama queen/king“) não aceita o fato de que ela/ele está sendo ridicularmente melodramático nem que eles têm noção de que estão constantemente criando situações que resultam em um drama exaustivo para eles e para os outros. Então minha amiga e eu estávamos conversando noite passada quando ela perguntou em voz alta: “Que carta do tarô representaria o drama?” Discutimos sobre a carta da lua e o lado dramático daquela carta e a questão fez ambas de nós parar, no meio da reflexão, e mentalmente dar um tiro na carta. A princípio, estávamos bastante confusas. Eu dizia que a combinação do Louco com a Lua me faria pensar em “drama”, mas eu não estava satisfeita com minha resposta. Nós continuamos a conversar e, de alguma forma, o 10 de Espadas foi mencionado e ela soltou uma interjeição: “Eis a carta do drama!”. Eu ri e disse: “Oh sim, com certeza!”. Conversamos mais sobre o assunto, aquela carta que grita “Lamentações é comigo meeeeeesmo!”

Recentemente minha filha de 12 anos de idade me perguntou que rótulos usávamos para as várias panelinhas do ensino médio. Claro que tínhamos aqueles a quem chamávamos de ‘os esportistas’. Ela disse que ‘esportistas são perenes’. (Sim, ela tem 12 anos com um vocabulário muito amplo.) Eu disse que chamávamos os “chapados” por um nome diferente, “aberrações”. Tínhamos os “nerds” que seria provavelmente os “geeks” ou algo assim hoje. Tínhamos um grupo que chamávamos de “laqueados” que é muito parecido com os “playboyzinhos” que gostam de fazer racha com seus carros e vestir jaquetas de couro e colocar gel no cabelo no estilo dos anos 50. Enquanto ela tentava achar equivalentes modernos para as categorias dos anos 70, ela perguntou: “Vocês tinham garotos/as Emo?”

“Não! Porque TODOS os adolescentes são EMO!”

Aposto que o seu incidente mais embaraçoso de “drama queen/king” foi quando você era um adolescente, certo?  E, se aconteceu depois, você provavelmente se sentiu como um adolescente atormentado de angústia. Sendo adultos, não estamos imunes ao nosso lado emo e iremos ocasionalmente exibir demonstrações emocionais distintamente auto-absortas e explosivas, especialmente quando embriagados. Tudo bem, eu te perdôo. Somos todos destinados a desenvolver ocasionalmente um melodrama sobre alguma coisa insignificante. Como aquela vez que eu tentei ficar pronta para o trabalho e o novo felino que eu tinha acabado de trazer para casa teve um espasmático frenesi de gato e escalou as cortinas do quarto e fez a vara da cortina cair e por alguma razão esse evento me deixou incapaz de trabalhar aquele dia. Ou aquela cena de véspera de Natal que eu tive com meu primeiro namorado no qual eu dramaticamente terminei com ele, dando-lhe um tapa no rosto no estilo de Joan Crawford, segurei as lágrimas até sair pela porta de casa e corri para a minha mãe, caindo em uma bagunça de berros e lágrimas em seu colo. Minha mãe estava com um namorado na época. Eu não percebi que estávamos à meia-luz, as luzes desligadas, só as luzes da árvore de natal acesas, e que havia taças de vinho na mesa de centro.

cartas do drama

Então, eu coloquei a questão para o meu tarô hoje. Que carta representa essa inclinação das pessoas a serem tão auto-focadas e famintas por atenção que criam um drama interpessoal? A primeira carta que puxei foi o Diabo. Hum… nunca realmente pensei sobre isso assim, mas não é verdade? Essa carta fala de TOC (transtorno obsessivo-compulsivo), vícios, obsessões, atrações doentias e motivos ocultos bastante horrendos. É a carta hedonista, pura e simplesmente.

Sentindo-me com sorte, puxei outra carta. Seis de Copas? Que diachos? É apenas uma carta doce, caridosa, generosa… oh, mas espere, há crianças. Infantilidade. Aqueles que conheço que são viciados em drama também tendem a ser bastante imaturos e embora tenham amadurecido cronologicamente na época de suas vidas quando se esperava que fossem narcisistas, eles não passaram por aquilo emocionalmente maduros.

A próxima que puxei foi o Enforcado. Eu ri. Vamos falar do maior dos mártires! E olhe para a delícia que ele está obviamente recebendo de seu desconforto, ele está aproveitando o que muitas pessoas teriam grandes dores para evitar. Ele é um masoquista? Não, ele é uma vítima, mas não é completamente inocente. Alguns acreditam que ele é um ladrão, por causa das moedas que caem de seu bolso em algumas versões antigas do Enforcado. A posição precária e até tortuosa que ele encontra em si é provavelmente devida a seus próprios ganhos, a consequência de suas ações. E ele sorri. Como o gato que comeu o canário.

Certo, isto está ficando interessante. É possível encontrar aspectos de “cobiça dramática” em todas as cartas? Eu puxei outra. O Ás de Paus. Ha! Os temperamentos cintilam e depois se extinguem rapidamente com essa carta. É uma verdadeira explosão sobre algo pequeno, um fósforo que acende uma fogueira de palha a qual queima intensamente e depois se extingue em um momento. Isso faz você se lembrar de algum “drama queen/king” que você conheça? Hum rum… a mim faz também.

Mais uma. Puxei o Seis de Paus. Eu adoro o senso de humor do tarô. Essa carta é uma das cartas mais positivas do baralho, normalmente. Mas e a vaidade dela? Essa sua atitude de “olhe para mim!”. A procura pela aprovação e, principalmente, pela atenção dos outros, junto com a representação para as massas que é evidente nesta carta. Esta carta mostra alguém que procura por atenção, prospera na atenção, e não pode sequer dar uma volta pela casa sem atrair os olhares da multidão.

Então eu acho que entendi. As inclinações humanas, as falhas de personalidade, os aspectos irritantes de nós todos, podem ser encontrados através das cartas do tarô. É meramente uma questão de perspectiva quando você olha para qualquer carta. Você pode provavelmente encontrar o que você está procurando se olhar profundamente o suficiente, espichar a cabeça para um lado, entender o todo de uma carta, e não apenas o que você acha que ela significa.

(Texto de Ginny Hunt – original clicando AQUI – traduzido por mim.)

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“Antes de você conseguir conhecer a verdade do outro, você tem que conhecer sua própria verdade. Antes de você poder ver claramente, você tem que abrir seus olhos. Sem se conhecer, você pode apenas responder/reagir. Ao se conhecer, você pode questionar, dando origem à conversação.

Vida é conversação entre um indivíduo e as circunstâncias nas quais ele se encontra. Aquela interação entre uma parte e o todo é a conversa entre uma criatura e o seu criador. Mas tal conversação não é possível se a criatura não presta atenção.

Discernimento (insight) espiritual surge naturalmente ao se viver a vida. Com os olhos abertos, você aprende sobre o que lhe cerca, e com esse conhecimento pode tomar decisões melhores. Isso se chama Compreensão. Ao tomar suas decisões e prestar atenção ao resultado dessas decisões, você aprende ainda mais sobre o seu meio. Esse refinamento constante de conhecimento é chamado de Sabedoria. É através dele que tocamos a barra do manto de Deus; é através da Compreensão e da Sabedoria que nos aproximamos do Divino.

Nada disto é possível sem primeiro nos voltarmos para dentro. O primeiro passo de qualquer jornada é saber onde você está começando. Você começa se questionando. Você começa explorando o labirinto de seu passado e jogando com os pedaços de quebra-cabeça de seu presente. Você começa ousando responder o enigma de sua existência com uma curiosidade e humildade sempre crescentes.

Por que curiosidade? O curioso aceita tanto o positivo quanto o negativo com igual zelo. Curiosidade significa interesse tanto na profundidade da terra quanto no alcance dos ventos, embora não julgue nenhum dos dois. Por que humildade? Humildade significa ser humano; estar disposto a honrar isso, o que é maior do que a si mesmo. A humildade é a posição de aprendizado.

Ainda assim, nada do que eu diga possa conceder qualquer uma dessas coisas a você. Nenhum chavão pode substituir ou satisfazer a exploração espiritual individual. Não posso fazer você se auto-conhecer. Não posso viver sua vida por você. Não posso fazer você ver aquilo que você escolhe não ver. Se você não ousar se voltar para dentro de si, não há ameaça que eu possa fazer para lhe persuadir. Pedir que você seja curioso e humilde é tão sem sentido quanto lhe pedir para se sentir bem quando está doente. Você tem que fazer tal escolha, e nenhuma influência externa pode fazer essa escolha por você.

Então, ao escrever esta curta instrução sobre como ser humano, eu provo minha própria falha (hybris). Eu penso que de alguma forma, ao relatar a você o que eu conheço de minha própria experiência, eu posso abrir seus olhos e fazer você ficar curioso. Eu não posso fazer com que você faça algo. Infelizmente, só posso realizar conversas vãs…

Mas se essa conversa fizer surgir um bom questionamento, será realmente vã?”

(Texto de John – original clicando AQUI – traduzido por mim.)

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